Mais 5 casos aterrorizantes de possessões demoníacas

Você já deve ter assistido a pelo menos um filme que mostra como, supostamente, seria uma pessoa possuída por demônios, certo? Mas, e na vida real?

Quem são essas pessoas que se dizem tão atormentadas a ponto de colocarem suas vidas nas mãos da Igreja, esperando que um ritual as salve?

Conheça agora cinco casos de possessões demoníacas:

1. Arne Cheyenne Johnson

Conhecido como o “Julgamento do demônio assassino”, o crime de Arne Cheyenne é o primeiro caso conhecido nos Estados Unidos em que a defesa tentou provar que o réu não era culpado pois havia sido possuído.

Arne Cheyenne Johnson, 19 anos, golpeou Alan Bond, 40, mais de 20 vezes com um canivete, em 16 de fevereiro de 1981. A pequena comunidade de Brookline, Connecticut, ficou chocada com o assassinato, mas isso não era nada em comparação com a surpresa que tiveram ao descobrir que os advogados pretendiam defender Arne alegando possessão demoníaca.

Arne se mudou para a casa de sua namorada, Debbie Glatzel, em maio de 1980, um mês antes de seu irmão David começar a reclamar que estava sendo atormentado por um demônio. A família procurou ajuda na Igreja Católica e chamou o famoso casal de demonologistas Ed e Lorraine Warren, que inspiraram o filme “Horror de Amityville”.

O casal realizou quatro ritos de exorcismo para expulsar os 42 demônios que estariam contidos no corpo de David. Durante o ritual, Arne teria desafiado os demônios a possuírem o seu corpo no lugar do irmão. Pouco tempo depois, o jovem, que nunca teve antecedentes criminais, matou um homem.

Martin Minnella, advogado de defesa de Arne, tentou usar essa explicação na defesa do jovem, mas o juiz Robert Callahan a recusou, afirmando que tais justificativas não poderiam ser cientificamente ou objetivamente comprovadas por evidências.

O júri considerou Arne culpado de homicídio em primeiro grau, com uma sentença de 20 anos de prisão.

2. David Berkowitz

David Berkowitz acreditava que demônios conversavam com ele: eles queriam sangue, tiros e mortes. Durante a década de 70, ele aterrorizou Nova York, fazendo várias vítimas. Seus alvos preferidos eram mulheres jovens, com cabelos longos e escuros.

A polícia sabia que havia um serial killer a solta e o chamava de “Assassino do calibre 44”. No dia 17 de abril de 1977, um jovem casal foi assassinado a tiros. Junto aos corpos, a polícia encontrou uma carta:

“Prezado Capitão Joseph Borelli, eu estou profundamente magoado por você ter me chamado de odiador de mulheres. Eu não sou. Mas eu sou um monstro. Eu sou o ‘Filho de Sam’. Eu sou um pouco malcriado.
Quando pai Sam se embriaga, ele fica malvado. Ele bate em sua família. Às vezes ele me amarra na parte de trás da casa. Outras vezes ele me tranca na garagem. Sam adora beber sangue. “Saia e mate”, ordena pai Sam. Atrás da nossa casa alguns descansam. A maioria jovem – estuprados e trucidados – o sangue deles secou – apenas ossos agora. Papai Sam me mantém trancado no sótão também.
Para me parar vocês devem me matar. Atenção toda a polícia: atirem em mim primeiro – atirem para matar ou senão fiquem longe do meu caminho ou vocês morrerão!
Eu sou o ‘monstro’, o ‘Belzebu’, o ‘Behemoth’. Eu amo caçar. Espreitando as ruas em busca de jogo justo – carne saborosa. Sangue para papai. Sr. Borelli, senhor, eu não quero mais matar. Não senhor, não mais, mas eu devo –‘honre o pai’”. 

Depois de cometer novos assassinatos, David foi finalmente preso e condenado. Em julho de 1979, ele foi atacado e quase morreu no bloco de isolamento da Attica Correctional Facillity. Ele afirmou que foi uma vingança por ter falado sobre o culto satânico do qual ele afirmava ter participado – Os Filhos de Sam.

3. Michael Taylor

Michael Taylor e sua esposa, Christine, viviam em uma pequena cidade na Grã-Bretanha, chamada Ossett. O casal era muito religioso e fazia parte de um grupo de oração. Durante uma das reuniões, Michael começou a demonstrar um comportamento estranho e acusou a sua esposa de traição. Ele estava visivelmente exaltado e começou a falar obscenidades, o que deixou todos em choque.

Michael Taylor

Depois de alguns dias, Michael disse que sentia que o Diabo estava dentro dele. O vigário local decidiu realizar um exorcismo, que durou a noite toda. Michael acreditava que estava livre dos demônios, porém passou a achar que sua mulher é quem estava possuída.

Em uma noite, ele a assassinou brutalmente, arrancando seus olhos e sua língua. Ele saiu correndo pela vizinhança, nu e coberto de sangue, gritando: “É o sangue de Satanás”.

4. George Lukins

O jovem George Lukins tinha um comportamento considerado estranho por seus vizinhos: ele parecia perturbado, cantava com uma voz que não era a sua e em línguas desconhecidas. Preocupados com os estranhos acontecimentos, eles resolveram enviar George para um hospital.

Durante 20 meses, os médicos tentam ajudar o jovem, mas nenhum tratamento parecia pôr fim ao sofrimento de George. Certo dia, no que parecia ser uma possessão, ele se tornou muito violento, afirmou ser o Diabo, latiu e cantou alguns hinos de trás para frente.

Sabendo do ocorrido, a Igreja enviou sete sacerdotes para realizar um exorcismo. Após o ritual, ele agradeceu a Deus, orou e disse que estava livre do que o atormentava.

 5. Anna Ecklund

Anna tinha apenas 14 anos quando a Igreja Católica foi informada de que ela possuía sinais de possessão demoníaca. Acreditava-se que alguns membros de sua família praticavam feitiçaria e teriam amaldiçoado a garota, colocando ervas e outras substâncias em sua comida.

Ela não tolerava qualquer objeto religioso e passou a falar de assuntos obscenos e descrever atos sexuais. Em 1912, a menina passou por um exorcismo, que, segundo a Igreja, foi bem-sucedido.

Porém, em 1928, ela recorreu novamente à instituição religiosa. Anna foi levada a um convento, onde um novo exorcismo aconteceu. Enquanto permaneceu aos cuidados das freiras, a jovem mostrava um comportamento violento, arremessando qualquer comida que recebesse e proferindo ofensas. Testemunhas afirmaram que a ouviram falar em diferentes idiomas e até que ela teria levitado.

Depois de 23 dias e três rituais de exorcismo completos, os clérigos declararam tê-la libertado dos demônios.

Fonte Megacurioso

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